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09 - 17 Maio 2026

Todos os dias 15h — 21h
Sábados 15h — 23h

Cordoaria Nacional, Lisboa

Manuel Vilariño

Manuel Vilariño une a poesia com a fotografia, demonstrando como ambas são indissociáveis no seu trabalho. As suas paisagens são espaços emocionais; o artista conecta o mundo exterior usando a fotografia como um processo de meditação e a imagem como um diário visual.

O artista expõe regularmente desde 1984. Das suas exposições individuais, destacam-se Tectónica, (Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela, 2015), Manuel Vilariño - Fio e Sombra (Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela, Espanha, 2002) e Confesión (Instituto Cervantes, França, Toulouse, 2001). Participou em diversas exposições colectivas das quais se destacam GLa Colección (Fundación Barrié. A Coruña, Spain, 2011), A little history of photography (curated by Manuel Segade, CGAC Centro Galego de Arte Contemporáneo . Santiago de Compostela, Spain), Paradiso Spezzato (52ª Bienal de Veneza, Pabellón de Espanha . Venice, Itália), Colección Permanente. Novas Incorporacións (CGAC . Santiago de Compostela, Espanha, 1998), Spanish Arts Festival, (The Photographer’s gallery . Londres, England, 1994), Cuatro direcciones. Fotografía contemporánea española 1970-1990 ( Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía . Madrid, Spain, 1991) and Grotesque, Natural Historical & Formal-dehyde Photography, (Rijksmuseum, Leiden, Holanda, 1989). Está representado no Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, Museum of Fine Arts, Houston, Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Badajoz, Museo de Arte Contemporáneo Unión Fenosa, A Coruña, Fundación Arte y Tecnología, Telefónica, Madrid, Fundación Coca-Cola España, Madrid, Colección Galerie de Phographie Le Château d’Eau, Toulouse, Centre de la Photographie, Genebra, entre outras.  Em 2007, Manuel Vilariño foi um dos artistas escolhidos para representar o seu país na Bienal de Veneza tendo recebido também no mesmo ano o Prémio Nacional de Fotografia de Espanha.

"Eu venho das orlas distantes do Atlântico, uma terra de montanhas e de mares misteriosos. A minha fotografia e a minha poesia, “duas asas do mesmo pássaro”, decorrem de um diálogo com a natureza, a mitologia e as divindades do mar. E o estúdio onde trabalho é, de fato, uma clareira na floresta. Essas configurações de luz auroral consumidas pelo tempo são o local de nascimento da minha identidade espiritual e da minha nostalgia das estepes. Algum animal escuta. Algum animal avisa."

Manuel Vilariño

La Deshabitada, 2012
Hahnemühle sobre alumínio, 150 x 200 cm

Mónica Capucho

Para Mónica Capucho a palavra, o texto e a imagem fazem parte de um mesmo território visual, por vezes por força do uso de elementos de contraste conseguidos através da cor, da textura, do padrão ou a opção pela harmonia de tons, formas e significados.  Em todo o caso trata-se sempre de um discurso em que o observador é interveniente porque a visão e a leitura é interpretação e a interpretação é sempre construção.

Das exposições realizadas destacam-se as que tiveram lugar na  Carlos Carvalho Arte Contemporânea, Lisboa, Portugal (2012, 2019, 2007), no CAC Málaga, Málaga, (2012) IVAM, Valência, Espanha, (2013), Museu de Arte Moderna de Bogotá, Bogotá, Colombia (2012), no Museu de Arte Contemporânea de Santiago do Chile. Chile (2012) e no Memorial da América Latina, São Paulo, Brasil (2011). Está presente em inúmeras colecções públicas e privadas tais como OCDE, Paris, França,PLMJ, Lisboa, Portugal, Embaixada de Portugal em Buenos Aires, Argentina, Atenas, Grécia, Copenhaga, Dinamarca, em Pretória, Africa do Sul.

 

Red, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (com moldura)]
Red, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (com moldura)]
Black, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (com moldura)]
Red, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (framed)]
Green, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (framed)]
Green, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (framed)]
Turquoise, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (framed)]
Black, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (framed)]
Blue, 2020
Óleo sobre polaroid
10,7 x 8,9 cm [32,4 x 26 cm (framed)]

José Bechara

José Bechara nasceu em 1957, na cidade do Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Bechara apresentou suas obras em exposições individuais e coletivas em instituições renomadas, entre elas: MAM Rio de Janeiro–BR; Culturgest–PT; Ludwig Museum (Koblenz)–DE; Instituto Figueiredo Ferraz–BR; Fundação Iberê Camargo–BR; Fundação Calouste Gulbenkian–PT; MEIAC–ES; Instituto Valenciano de Arte Moderna–ES; MAC Paraná–BR; MAM Bahia–BR; MAC Niterói–BR; Instituto Tomie Ohtake–BR; Museu Vale–BR; Haus der Kulturen der Welt–DE; Ludwig Forum für Internationale Kunst–DE; Kunst Museum–DE; Museu Brasileiro da Escultura (MuBE)–BR; Centro Cultural São Paulo–BR; ASU Art Museum–USA; Museo Patio Herreriano (Museo de Arte Contemporáneo Español)–ES; MARCO de Vigo–ES; Es Baluard Museu d’Art Modern i Contemporani de Palma–ES; Carpe Diem Arte e Pesquisa–PT; CAAA–PT; Musée Bozar–BE; Museu Casa das Onze Janelas–BR; Casa de Vidro/Instituto Lina Bo e P. M. Bardi–BR; Museu Oscar Niemeyer–BR; Centro de Arte Contemporáneo de Málaga (CAC Málaga)–ES; Museu Casal Solleric–ES; Fundação Eva Klabin–BR, entre outros.

As obras de Bechara estão representadas em coleções privadas e públicas, como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro–BR; Centre Pompidou–FR; Pinacoteca do Estado de São Paulo–BR; Ludwig Museum (Koblenz)–DE; ASU Art Museum–USA; Museu Oscar Niemeyer–BR; Es Baluard Museu d’Art Modern i Contemporani de Palma–ES; Coleção Gilberto Chateaubriand/MAM Rio–BR; Instituto Figueiredo Ferraz–BR; MAC Niterói–BR; Instituto Itaú Cultural–BR; MAM Bahia–BR; MAC Paraná–BR; Culturgest–PT; Fundação Benetton–IT; CAC Málaga–ES; MOLAA–USA; Ella Fontanal Cisneros–USA; Universidade Cândido Mendes–BR; MARCO de Vigo–ES; Brasilea Stiftung–CH; Fundo BGA–BR, entre outras.

Untitled, 2025
Acrílico e oxidação de aço carbono sobre lona de camião
115 x 218 cm

José Bechara desenvolve o seu trabalho dentro de um amplo campo de investigação sobre espaço, volumetria, superfície e composição. A sua obra mobiliza diversos meios, apresentando resultados através de séries que articulam pintura, desenho, escultura, fotografia e instalação, promovendo uma interseção entre estes formatos.

Trabalhando principalmente com a pintura, o artista frequentemente reaproveita lonas de caminhão usadas e manipula óxidos de ferro, cobre e aço para produzir dípticos, trípticos ou polípticos. Nessas obras, ele explora variadas intensidades cromáticas, linhas e padrões geométricos resultantes da oxidação dos materiais.

Roland Fischer

Desde os anos 80 que Roland Fischer tem vindo a desenvolver séries de trabalho num percurso sólido e consistente que utiliza como temas principais a arquitectura e o retrato. 

Roland Fischer vive e trabalha entre Munique e Beijing. Mostrou o seu trabalho em cerca de 120 museus e outras instituições culturais como o Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, a Pinakothek der Moderne em Munique, Centro Galego de Arte Contemporáneo (CGAC) em Santiago de Compostela, The Photographers’ Gallery em Londres, Bayerische Staatsgemäldesammlungen em Munique,  Museo Casal Solleric em Palma de Maiorca, Centre Culturel la Maison Rouge em Paris; Institute d’Art Contemporain em Lyon, Fonds National d’Art Contemporain em Paris (FNAC), Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia (MAAT) em Lisboa, Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, Musée d’Art Moderne et Contemporain em Estrasburgo ou o Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y Leon (MUSAC). O seu trabalho está representado em grandes colecções públicas e privadas.

 

EDP 2026,
C-print-Diasec,180x180 cm / 124x124 cm

"A nova série “Lugares Transhistóricos” de Roland Fischer começou em 2018 e é composta por "trabalhos fotográficos, figuras geométricas, como círculos coloridos, esferas, elementos retangulares e outras formações, estão em pé de igualdade com detalhes fotográficos de edifícios brutalistas. Estas últimas sobrepõem-se em parte às superfícies coloridas e marcantes, resultando em construções espaciais completamente novas. Todas as séries de Roland Fischer que se preocupam com a arquitetura modernista e contemporânea têm uma coisa em comum: não procuram retratar os edifícios, mas primam pela “criação autónoma de imagens”. Estas invenções emocionantes emergem da reunião de peças reais e fictícias num híbrido entre “pintura” e fotografia.”

Ute Bopp-Schumacher

 

EDP 2026,
C-print-Diasec,180x180 cm / 124x124 cm

Pires Vieira

Pires Vieira (Porto, 1950) estudou na Escola Nacional de Belas Artes de Paris e na Universidade de Paris VIII, no início dos anos 70 e vive e trabalha no Estoril. Expôs individualmente em cerca de 45 ocasiões e participou em cerca de 75 exposições colectivas. De entre as suas individuais destacam-se a Pires Vieira Antológica, 'da pintura à pintura, no MNAC/Chiado e na Fundação Carmona e Costa; 'Faites vos jeux, Rien va Plus' na Sala do Veado no MNHN; 'Like a Painting - Up Close... It is a Big Mess', na Appleton Square, em Lisboa; Pires Vieira, no Pavilhão Branco do Museo da Cidade; 'Talk to Me', no CAM-Fundação Calouste Gulbenkian, 'Geometrias' na Fundação(Museu das Comunicações. Das colectivas em que participou, sobressaem: 'Histórias: Obras da Colecção de Serralves', Museu de Serralves; 'Exposição Permanente (1969/2010), Museu Berardo,CCB; 'Um Percurso, Dois Sentidos', no MNAC/CHiado; 'Linguagem e Experiência', no Centro Cultural Palácio do Egipto, no Museu Grão Vasco e no Museu de Aveiro; 'Alternativa Zero', na Galeria Nacional de Arte Modenar, organizada por Ernesto de Sousa. Para além da sua actividade como artista plástico, colabora na produção editorial de várias obras ligadas ao coleccionismo de arte contemporânea e comissariou, em co-autoria com Lúcia Marques, a exposição 'Outras Zonas de Contacto' no Pavilhão Preto do Museu da Cidade e na Fundação Carmona e Costa. Está representado em inúmeras colecções como: CAM-Fundação Calouste Gulbenkian, MNAC/Chiado, Culturgest/CGD, Colecção/Museu Berardo, Fundação/Museu de Serralves.

A tensão entre ocultação e revelação é uma constante na obra de Pires Vieira: as superfícies materiais tornam-se uma forma de questionar as percepções visuais, criando um espaço de mistério e descoberta para o espectador. As camadas de cor e densidade material não apenas vedam a obra, mas também criam um jogo contínuo entre o visível e o oculto, desafiando as expectativas do público e forçando-o a uma reflexão mais profunda sobre o processo de visualização e interpretação da arte.

série 'continuum I', 1970/22
acrílico s/papel, 104 x 74 cm
série 'continuum I', 1970/22
acrílico s/papel, 104 x 74 cm
série 'continuum I', 1970/22
acrílico s/papel, 104 x 74 cm
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