Exposição coletiva comissariada por José Maçãs de Carvalho e Inês Pinto de Faria
-'O projeto expositivo de circulação constrói quatro exposições com obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado em depósito no Centro de Arte Contemporânea de Coimbra (CACC), as novas aquisições (2019-2024) da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, obras da Coleção da Caixa Geral de Depósitos e da Coleção António Cachola.
“Um silabário por reconstruir”[1] projetou-se em quatro lugares e momentos: Coimbra no CACC e Sala da Cidade, fevereiro a maio de 2024; Elvas, Museu de Arte Contemporânea, julho a outubro de 2024; Óbidos, Galeria Nova Ogiva, dezembro de 2025 a fevereiro de 2026 e Porto, Culturgest, março a junho de 2026. Este é um projeto com apoio da Republica portuguesa-cultura/Direção Geral das Artes, através da RPAC- Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.'
Galeria Nova Ogiva,
Óbidos
Img: Noé Sendas
Versus (Contra) Instalação, figura-escultura, banco de piano e 39 espelhos
Dimensões variáveis 2005
Coleção António Cachola - MACE
1 (…) Eu disse-te que a arte é o anzol que fere a morte, /que luta com ela, deixa vestígio, /um silabário por reconstruir. (…)”, Luís Quintais, A noite imóvel, Assírio & Alvim, Lisboa, 2017, pá. 146.
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