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Os Espacialistas

Colectivo laboratorial de investigação teórica e prática das ligações entre Arte, Arquitectura e Educação. Substituem o lápis pela máquina fotográfica, enquanto dispositivo de desenho, de pensamento, de percepção e de diagnóstico do espaço natural e construído.
Dos trabalhos realizados destacam-se: Exposições, instalações, assistência artística a obras de arquitectura, projectos de arquitectura, espaços cénicos, performances, colaborações literárias, ilustrações fotográficas, oficinas, seminários, publicações, etc.

 

Gonçalo M. Tavares

Escritor português, é autor de uma vasta obra que está ser traduzida em cerca de sessenta países. A sua linguagem em ruptura com as tradições líricas portuguesas e a subversão dos géneros literários fazem dele um dos mais inovadores escritores europeus da actualidade.
Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, peças radiofónicas, curtas metragens e objectos de artes plásticas, vídeos de arte, ópera, performances, projectos de arquitectura, teses académicas, etc.

 

 

 

 

315, 2021
Impressão jacto de tinta, 60 x 52 cm
414, 2021
Impressão jacto de tinta, 195 x 100 cm
307, 2021
Impressão jacto de tinta, 85 x 60 cm
204, 2021
Impressão jacto de tinta, 40 x 60 cm
301, 2021
Impressão jacto de tinta, 95 x 110 cm
308, 2021
Impressão jacto de tinta, 142,5 x 46,5 cm
137, 2021
Impressão jacto de tinta, 67 x 80 cm
257, 2021
Impressão jacto de tinta, 83 x 60 cm
025, 2021
Impressão jacto de tinta, 65,5 x 46,5 cm
170, 2021
Impressão jacto de tinta, 108 x 46,5 cm
343, 2021
Impressão jacto de tinta, 156 x 110 cm

"Todos os corpos aqui mapeados são morfologias ao serviço de uma escatologia do mundo: o que perpassa por todo este Atlas é uma tectónica da falha, da fissura, do craquelé, do que estalou. Há, portanto, um corpo que subjaz a todos os corpos que nele encontram as suas declinações, entre grandezas, misérias e afecções, entre a rigidez formal da pequena arquitectura mole dos braços, das pernas e das costas e os seus correlatos sérios (como paredes, rochas e umbrais): esse corpo é o chão, o solo, o que se converte em horizonte, limite hipotético e circular que nos coloca num centro. Esse chão é o lugar do peso, é o que confere ao corpo corporalidade, é o que garante um futuro no caminhar e um destino irrevogável, é o fundamento material e energético, magnético e inevitável da existência porque, acima de tudo, é um lugar." Delfim Sardo

234, 2021
Impressão jacto de tinta, 65,5 x 46,5 cm
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