PT / EN

Desde os anos 80 que Roland Fischer tem vindo a desenvolver séries de trabalho num percurso sólido e consistente que utiliza como temas principais a arquitectura e o retrato. A série “Facades” por exemplo, tenta entender a arquitetura como se fosse uma pintura modernista recorrendo aos seus princípios formais: cor, ritmo, forma, sombra, composição, padrões, para mostrar como a cultura globalizada tem um vocabulário comum e universal. Em “New Architectures” a composição é feita a partir de imagens do edifício obtidas através de vários pontos de vista colocados simultaneamente num mesmo plano bidimensional entrando no campo da abstração.

Roland Fischer vive e trabalha entre Munique e Beijing. Mostrou o seu trabalho em cerca de 120 museus e outras instituições culturais como o Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, a Pinakothek der Moderne em Munique, Centro Galego de Arte Contemporáneo (CGAC) em Santiago de Compostela, The Photographers’ Gallery em Londres, Bayerische Staatsgemäldesammlungen em Munique,  Museo Casal Solleric em Palma de Maiorca, Centre Culturel la Maison Rouge em Paris; Institute d’Art Contemporain em Lyon, Fonds National d’Art Contemporain em Paris (FNAC), Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia (MAAT) em Lisboa, Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, Musée d’Art Moderne et Contemporain em Estrasburgo ou o Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y Leon (MUSAC). O seu trabalho está representado em grandes colecções públicas e privadas.

Hieronymus I
2016
C-print/Diasec
220 x 155 cm
Hieronymous II, 2016
C-print Diasec®, 166 x 225 cm
The Museum
2014
C-print/Diasec
180 x 221 cm
Champalimaud, New Architectures, 2020
C-print Diasec®, 164 x 217 cm
Casa das Histórias, New Architectures, 2020
C-print Diasec®, 180 x 180 cm
Campo Maior, New Architectures, 2011
C-print Diasec®, 164 x 212,3 cm
Old Palm Tree,1896, 2012
C-print/Diasec
254 x 180 cm

Na série “Alhambra” de Roland Fischer, o processo técnico assume uma dimensão fundamental e tem como fim enfatizar a composição obtida pela mistura deelementos formais de arquitetura. Este processo, no caso da obra “Old Palm Tree”, permite-lhe relacionar a fotografia com a pintura a aguarela, transportando uma imagem de 1896 para a contemporaneidade. O resultado é uma composição delicada de texturas, ritmos, e de linhas, íntimas e frágeis que são expandidas num repertório profundo e complexo, assumindo traços figurativos ou linhas mais abstratas.

Museum, Munich
2011
C-print/Diasec
180 x 125 cm
BP, Shanghai
2011
C-print/Diasec
180 x 125 cm
Lenbachhaus, Munich
2013
C-print/Diasec
180 x 125 cm
Fique a par das nossas exposições, artistas e eventos.