|
Mónica de Miranda (Porto, 1976) é artista e pesquisadora. O seu trabalho baseia-se em temas de arqueologia urbana e geografias pessoais. Foi nomeada para o prémio Novo Banco, tendo exposto no Museu Berardo (Lisboa, 2016) e para o prémio EDP Novos Artistas (2019). Foi indicada ao Prix Piclet Photo Award (2016). As suas exposições individuais incluem: "Taxidermy of the Future” (Museu de História Natural de Luanda, Angola, 2020), “Tomorrow is Another Day” (Carlos Carvalho Arte Contemporânea, Lisboa, 2018),“Panorama” (Banco Económico de Luanda, Luanda, 2019;“Hotel Globo” (Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, 2015), “Arquipélago” (Galeria Carlos Carvalho, Lisboa, 2014). As suas exposições coletivas incluem: Fotofest Biennial 2020, Houston, EUA, “Utopía y Distopias en el paisaje contemporáneo”, (MAAC, Guayaquil, Equador, 2019), “Taxidermy of the Future” (Bienal de Lumbumbashi, Congo, 2019), “EDP New Artists Prize”, (MAAT, Lisboa, Portugal, 2019), “Fiction and Fabrication. Photography of Architecture after the Digital Turn”, (MAAT. Lisbon, Portugal, 2019), “Doublethink: Doublevision” (Pera Museum, Istambul, Turquia, 2017), “Daqui Pra Frente” (CAIXA Cultural. Rio de Janeiro, Brazil), “Le jour qui vient" (Galerie des Galeries, Paris, França, 2017), “Arte Africana Contemporânea e Estética das Traduções” (Bienal de Dakar, Dakar, 2016); “Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Casablanca” (Casablanca, Marrocos, 2016), “Addis Foto Fest” (Addis Abeba, 2016), “Telling Time” (Rencontres de Bamako Bienal Africaine de la Photographie edição 10 éme, Bamako, 2015); “Ilha de São Jorge” (14ª Arquitectural de Veneza, 2014); “Linha de Armadilha” (São Tomé e Príncipe Biennial, 2013), “Do you Hear Me?” (Estado do Mundo, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2008). O seu trabalho é representado em coleções públicas e privadas, como Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (MNAC), Lisboa, Arquivo Municipal de Lisboa, Portugal, MAAT, Lisboa, and Centro Cultural de Lagos.
Mónica de Miranda (Oporto, 1976) is an artist and researcher. Her work is based on themes of urban archaeology and personal geographies. She exhibits regularly and internationally since 2004 being nominated for Prix Pictet Photo Award (2016), Novo Banco Photo Prize (2016) and EDP New Artist prize (2019). Her solo exhibitions include: “Taxidermy of the Future” (Museu de História Natural de Luanda, Angola, 2020), “Tomorrow is Another Day” (Carlos Carvalho Arte Contemporânea, Lisboa, 2018),“Panorama” (Banco Económico de Luanda, Luanda, 2019;“Hotel Globo” (Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, 2015), “Arquipélago” (Galeria Carlos Carvalho, Lisboa, 2014). Her collective exhibitions include: Fotofest Biennial 2020, Houston, USA, “Utopía y Distopias en el paisaje contemporáneo”, (MAAC, Guayaquil, Equador, 2019), “Taxidermy of the Future” (Bienal de Lumbumbashi, Congo, 2019), “EDP New Artists Prize”, (MAAT, Lisbon, Portugal, 2019), “Fiction and Fabrication. Photography of Architecture after the Digital Turn”, (MAAT. Lisbon, Portugal, 2019), “Doublethink: Doublevision” (Pera Museum, Istambul, Turkey, 2017), “Daqui Pra Frente” (CAIXA Cultural. Rio de Janeiro, Brazil), “Le jour qui vient" (Galerie des Galeries, Paris, France, 2017), “Arte Africana Contemporânea e Estética das Traduções” (Bienal de Dakar, Dakar, 2016); “Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Casablanca” (Casablanca, Morocco, 2016), “Addis Foto Fest” (Addis Abeba, 2016), “Telling Time” (Rencontres de Bamako Bienal Africaine de la Photographie edição 10 éme, Bamako, 2015); “Ilha de São Jorge” (14ª Arquitectural de Veneza, 2014); “Linha de Armadilha” (São Tomé e Príncipe Biennial, 2013), “Do you Hear Me?” (Estado do Mundo, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisbon, 2008). Her work is represented in private and public collections such as Fundação Calouste Gulbenkian, Lisbon, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (MNAC), Lisbon, MAAT, Lisbon, Arquivo Municipal de Lisboa. Portugal and Centro Cultural de Lagos. |