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Sobre

Desde os anos 80 que Roland Fischer tem vindo a desenvolver séries de trabalho num percurso sólido e consistente que utiliza como temas principais a arquitectura e o retrato, quase sempre em grande escala. A série “Facades” por exemplo, tenta entender a arquitetura como se fosse uma pintura modernista recorrendo aos seus princípios formais: cor, ritmo, forma, sombra, composição, padrões, para mostrar como a cultura globalizada tem um vocabulário comum e universal. Em “New Architectures” a composição é feita a partir de imagens do edifício obtidas através de vários pontos de vista colocados simultaneamente num mesmo plano bidimensional entrando no campo da abstração. 

Roland Fischer vive e trabalha entre Munique e Beijing. Mostrou o seu trabalho em cerca de 120 museus e outras instituições culturais como o Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, a Pinakothek der Moderne em Munique, Centro Galego de Arte Contemporáneo (CGAC) em Santiago de Compostela, The Photographers’ Gallery em Londres, Bayerische Staatsgemäldesammlungen em Munique,  Museo Casal Solleric em Palma de Maiorca, Centre Culturel la Maison Rouge em Paris; Institute d’Art Contemporain em Lyon, Fonds National d’Art Contemporain em Paris (FNAC), Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia (MAAT) em Lisboa, Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, Musée d’Art Moderne et Contemporain em Estrasburgo ou o Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y Leon (MUSAC). O seu trabalho está representado em grandes colecções públicas e privadas.

Obras