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Sobre

Pela incorporação no seu trabalho de objectos já existentes, Noé Sendas revela uma compreensão das relações entre os materiais através do processo de montagem, quer utilizando a projeção de vídeo, quer usando gravuras de livros de escultura antigos ou fotografias antigas. Em todos estes trabalhos é comum uma persistência da escultura pelo entendimento das características dos materiais e da relação do espaço com a presença física, perceptiva e cognitiva do observador.

O artista começou a expor os seus trabalhos regularmente e com foco internacional a partir do final dos anos 90 em várias instituições que destacamos:  Yerba Buena for the Arts, S. Francisco. VAC-Visual Arts Center at the University of Texas, USA, Kunsthalle Bonn e Akademie der Kunst, Berlin, Frankendael Foundation e TENT, The Netherlands, Le Plateau, Paris,  Espace Photographique Contretype Centre Art Contemporain pour la Photographie, Brussels; MEIAC, MUSAC, Fundación Botin, F. Calouste Gulbenkian, MAAT, Museu Berardo, Culturgest, Porto e MNAC. O seu trabalho está representado em várias colecções públicas como as Colecções Antonio Cachola, Arts Council of Haarlemmermeer, Amesterdão, Colecção Novo Banco, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Colecção Culturgest, Lisboa, Charlotte Olympia, Londres, Contretype Centre d`Art Contemporain pour la Photographie Collection, Bruxelas, MAAT, Lisboa, MEIAC, Badajoz.

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