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Sobre

O trabalho de Mónica de Miranda está situado à volta dos temas da arqueologia urbana e geografias pessoais apresentado-o de forma interdisciplinar utilizado o desenho, a instalação, a fotografia, o cinema, o vídeo e som, em forma expandida, procurando diluir as fronteiras entre ficção e documentário.

A artista começou a expor em 2004, tendo integrado logo dois anos depois a colectiva "O Estado do Mundo” na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. A presença nos Encontros Fotográficos de Bamako (2015) e na Bienal de Arquitectura de Veneza (2014), Bienal de Dakar (2016) projectaram a artista para um plano de maior visibilidade internacional. Foi nomeada para o Prémio EDP Novos Artistas (2019), o Prémio Novo Banco (2016) e para o Prix Pictet Photo Award (2016). Mostrou o seu trabalho em diversas exposições tais como as realizadas no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, 2015, Galeria Carlos Carvalho, Lisboa, 2014, Museu Pera, Istambul, 2017, Caixa Cultural, Rio de Janeiro, Galerie des Galeries, Paris, 2017, Addis Foto Fest (Addis Abeba, 2016), Bienal de São Tomé e Príncipe , 2013, Centro Cultural Português, Mindelo, 2012, Museu de Belas Artes de Calais, 2011, Galeria Mojo, Dubai, 2010, Centro Cultural de Lagos, Lagos, 2008, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2008, e Singapura Fringe Festival, 2007. Está nas colecções do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, do Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia (MAAT), da Fundação Caloste Gulbenkian, do 21c Museum Hotels, Soho House, entre outras.

Obras