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Sobre

Para Luís Nobre o desenho é o fio aglutinador que coloca em diálogo aberto significados de épocas diferentes, figurações, geometrias ou outros elementos formais, e que é desenvolvido não no sentido de catalogar mas de articular e estruturar um pensamento. O desenho reconecta ideias e conceitos, circunscreve unidades, enuncia complexidades e descreve relações. A subjectividade inerente à prática do desenho, ao processo de apropriação das formas e a sua fase de integração, segue um raciocínio que é próprio deste artista porque só este delimita o campo da obra e decide quando esta está concluída.

Das exposições que realizou destacam-se “Cristal”, (Carlos Carvalho Arte Contemporânea . Lisboa, Portugal, 2012), “Por detrás da aparência” (Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, 2010), “Hold it!” (Location One, Nova Iorque, Estados Unidos, 2008); 2007);Germinal - o núcleo Cabrita Reis na Colecção de Arte Fundação EDP” (curadoria de Ana Anacleto e Pedro Gadanho) MAAT . Lisboa, Portugal,“Processo e Transfiguração”, (Casa da Cerca, Almada, 2010), “Location 1 at Monkeytown”, (Brooklyn, Estados Unidos, 2008);“E=mc2” (comissariada por Miguel Amado, Museu da Ciência em Coimbra, 2005), “7 Artistas ao 10º Mês” (Fundação Calouste Gulbenkian Lisboa, 1996). Está presente em inúmeras colecções públicas tais como o Museu José Malhoa, Fundação Ilídio Pinho, Fundação P.L.M.J e Culturgest.

Obras