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Sobre

Para Sandra Cinto, o desenho resulta como um meio de escoamento de uma extensa e complexa iconografia íntima: redes de finas constelações oníricas, explosões de luz e estrelas, e outras dramatizações da linha. Sandra Cinto expande esta morfologia pictórica aos espaços onde expõe e aos objectos que articula: armários, mesas, cadeiras ou camas suspensas, estendendo os limites físicos da superfície pictórica para questionar as noções de espaço e limite.

Segundo a artista “A exposição propõe uma reflexão sobre a imensidão que habita o interior de cada um, seus desejos, anseios.O conceito da mostra reforça o carácter poético e existencialista dos trabalhos da artista, que busca, através de uma iconografia pessoal, carregada de simbolismos, metáforas e narrativas, fazer um comentário sobre o poder transformador da Arte.”

 

 

Exposição