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Sobre

Roland Fischer é capaz de trabalhar cada superfície para expandir os seus poros e penetrar na intimidade não revelada. No final, tudo é uma subtil estratégia de mascarar, de ficcionar a arquitectura, onde o artista descontextualiza para contextualizar, deixando documentos que não documentam, massas aparentes que são individualidades, fachadas que são interiores e interiores projectados nas respectivas fachadas. Assim, o seu trabalho é tão psicológico, resultante do trabalho do vice-versa, máscara que esconde por trás da aparência de cada coisa. | David Barro

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